Agafuc mantém a hegemonia no futebol de 5

Jogadores da Agafuc seguram o troféu de campeão do Brasileiro de Futebol de 5 - Foto: Comunicação CBDV
Jogadores da Agafuc seguram o troféu de campeão do Brasileiro de Futebol de 5 - Foto: Comunicação CBDV

A Agafuc (Associação Gaúcha de Futebol para Cegos) não se cansa de colecionar troféus. Neste domingo, conquistou o título da Copa Loterias Caixa de futebol de 5 pela quarta vez, a terceira consecutiva, ao derrotar o Cedemac (Centro Desportivo Maranhense para Cegos) por 3 a 0, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Foi também a terceira final seguida entre as duas equipes, de novo com desfecho favorável para os gaúchos. Em 2017 e 2018, os triunfos foram por 5 a 0 e 2 a 0, respectivamente. Desta vez, Ricardinho abriu o placar, e Tiago Paraná marcou os outros dois gols do jogo que foi transmitido ao vivo pelo canal SporTV.

“A gente trabalhou o ano inteiro para chegar aqui. Nosso objetivo era chegar na final e conquistar o título. Graças a Deus, deu tudo certo”, comemorou o camisa 9, que precisou se superar para voltar à quadra. No primeiro tempo, chocou o rosto contra um adversário e saiu da partida com muita dor. “Ainda consegui voltar e fui abençoado com esses dois gols que ajudaram minha equipe a ser campeã.”

O time gaúcho foi o algoz do Ismac, de Campo Grande, nas quartas de final, com vitória por 1 a 0.

Agora, a Agafuc se junta aos paraibanos da Apace, também tetracampeões do futebol de 5 nacional – contando todas as edições desde 1986. O ICB, da Bahia, é o maior ganhador da história, com sete conquistas, seguido dos mineiros da Adevibel, com cinco.

De volta à sua melhor forma física, o ala Jefinho foi um dos destaques da Série A deste ano, e mostrou na disputa do terceiro lugar, contra a AMC (Associação Mato-Grossense dos Cegos), que ainda tem muita bola para oferecer ao ICB (Instituto de Cegos da Bahia) e à seleção brasileira.

Com dois gols, o camisa 10 garantiu o triunfo por 2 a 0 e, de quebra, levou o prêmio de artilheiro da competição, com oito ao todo. “Não era a posição que a gente queria, mas esporte é assim. É consertar os erros, levantar a cabeça, comemorar o terceiro lugar e se preparar já para o ano que vem”, falou o atleta. (Da CBDV)

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