Marcênio, na Espanha, e Lucas Leiva, na Itália, reforçam alerta contra o COVID-19

Marcênio, do futsal do Barcelona, em vídeo da Espanha
Marcênio, do futsal do Barcelona, em vídeo da Espanha

Naturais de Mato Grosso do Sul, atletas que atuam fora do país vão as redes sociais e falaram sobre a incidência do COVID-19. O campo-grandense Marcênio Ribeiro, ala da equipe de futsal do Barcelona, e atleta da Seleção Brasileira da modalidade, encaminhou a redação do jornal O Estado na manhã de ontem (24), um vídeo no qual fala sobre o impacto da doença na Espanha.

“Estou trancado em casa com minha família, ficaremos isolados por no mínimo trinta dias. O cenário atual da Espanha é de guerra, na verdade vivemos uma guerra contra o vírus né”, relata o atleta de 32 anos. Segundo o atleta que teve boa passagem no futsal do sul do país que o levou ao Gazprom da Rússia, até chegar à Espanha a mais ou menos dois anos, apenas farmácias, supermercados e hospitais operam normalmente. O atleta pontua que as pessoas saem às ruas apenas em casos de extrema necessidade. “As leis são severas com a população. Além das leis, a população do país está bem consciente sobre isso [vírus]”, relata o jogador.

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Lucas Leiva é incisivo ao cobrar isolamento das pessoas

Nascido em Dourados, cidade à 230 quilômetros de Campo Grande, Lucas Leiva, 33 anos, volante que atua na Lazio, equipe da primeira divisão italiana, falou sobre o vírus em seu perfil no Instagram.

“Vejo muita gente dizendo que o coronavírus não mata tanta gente, que é somente uma gripe! Gostaria de deixar meu apelo para que as pessoas neste momento não pensem somente em si”, disse o jogador que possui 1 milhão de seguidores em seu perfil.

Imagem – Lucas Leiva alerta para a minimização da pandemia – Instagram/Reprodução

Com passagens por Grêmio, Liverpool-ING, e Seleção Brasileira, o sul-mato-grossense revelado na base do 7 de Setembro de Dourados pede para que neste momento, as pessoas evitem ao máximo aglomerações. “Automaticamente evitará que o vírus se espalhe. Vamos pensar em nossos pais, avós e nas pessoas que o vírus pode atingir gravemente. Precisamos nos unir em todo mundo para que o contágio diminua a cada dia”, conclui o atleta. (com Jornal O Estado MS)

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