Tênis de mesa BR retorna a Lima por vagas olímpicas

Calderano, Paco e Tsuboi no Pan de Lima 2019 - Abelardo Mendes Jr/Rede do Esporte

Pouco mais de dois meses separaram uma grande campanha nos Jogos Pan-Americanos do retorno do tênis de mesa brasileiro a Lima, capital do Peru. Na mesma Villa Deportiva Nacional, a Videna, onde Hugo Calderano vibrou com sua cambalhota ao conquistar o ouro individual, a Seleção inicia na sexta-feira (25) a busca pelas vagas de equipes nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Apenas uma equipe de cada naipe garante a classificação no Pré-Olímpico Latino. China, Estados Unidos, Alemanha e Egito já confirmaram suas presenças nos outros continentes. Quem não conquistar a vaga em Lima, terá de brigar pelas nove vagas restantes no Pré-Olímpico Mundial, no mês de janeiro, na cidade de Gondomar, em Portugal. Dois atletas de cada equipe classificada poderão disputar também a competição individual na Olimpíada, sendo que Hugo Calderano, ouro no Pan, já garantiu sua presença.

Caso uma equipe não obtenha vaga para os Jogos, os atletas poderão disputar o Pré-Olímpico Latino Individual e de Duplas, em Cuba, no mês de abril. Ainda haverá uma última chance, no Pré-Olímpico Mundial Individual, em Doha, no Catar, em maio de 2020.

Mas o tênis de mesa brasileiro vem muito forte para esta disputa no Peru. No feminino, Bruna Takahashi, Jessica Yamada e Caroline Kumahara terão a companhia da jovem Laura Watanabe, ainda com idade para disputar competições Sub-15, mas resultados relevantes em torneios internacionais. No masculino, o técnico Francisco Arado, o Paco, conta com quatro dos cinco Top 100 mundiais da atualidade: Hugo Calderano, Gustavo Tsuboi, Eric Jouti e Vitor Ishiy. Este último, por exemplo, entrou recentemente na litas dos cem melhores do mundo.

No Pré-Olímpico masculino, Argentina, Chile e Peru brigam com o Brasil pela vaga olímpica. Entre as mulheres, Porto Rico, Peru e Chile são as adversárias.

“Acho que será um campeonato bem difícil, como sempre, e temos de ir preparados para mostrar nosso melhor nível e nossa identidade como time, que é de muita briga e alegria”, explica o técnico da Seleção masculina. (Da CBTM)

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